Um passageiro escreveu na casa de banho “Ajude-me”… E a hospedeira apercebeu-se disso…


Para a maioria das pessoas, entrar num avião significa passar um bom momento.

De facto, sem contar com as pessoas que viajam por trabalho, o resto das pessoas que viajam normalmente fá-lo com a intenção de sair numa aventura e sair das suas vidas diárias. É por isso que os passageiros num avião costumam parecer tão excitados e, em alguns casos, felizes em viajar.

Mas aqui está uma hospedeira chamada Shelia Frederick que testemunhou uma experiência muito diferente da situação que acabamos de descrever.

A mulher que trabalhava para a Alaska Airlines decidiu partilhar o que havia vivido num voo para San Francisco, EUA.

Enquanto ajudava os passageiros, um homem bem vestido que estava ao lado de uma jovem foi muito desagradável com Sheila. Quando ela se tentou aproximar da jovem que acompanhava o homem desagradável, ele reagiu de uma maneira que despertou a curiosidade da hospedeira.

Logo a seguir, Sheila foi à casa-de-banho e deixou lá um pedaço de papel e um lápis.

Sheila então foi ver a passageira ao lado do homem desagradável e discretamente convidou-a a ir ao casa-de-banho.

A mulher foi então à casa-de-banho, e saiu como se nada fosse alguns momentos depois.

Enquanto Sheila observava a jovem com o canto do olho, ela voltou à casa-de-banho e descobriu que a jovem lhe havia deixado um bilhete dizendo “Ajude-me”.

Sem demora, Sheila foi ver o piloto para informá-lo do que havia acontecido.

O piloto, no entanto, continuou o seu vôo, mas também se deu ao trabalho de chamar a polícia para informá-los da situação, enquanto estavam a aguardar a chegada da aeronave em São Francisco.

A hospedeira e o piloto fizeram muito bem, porque a jovem em questão estava presa por uma rede de tráfico humano.

O incidente ocorreu em 2011 e, desde então, Sheila faz parte da companhia aérea Airline Ambassadors International. É uma organização que tem a missão de treinar funcionários da empresa de aviação a identificar melhor as vítimas potenciais do tráfico de seres humanos.

Sem a intervenção de Sheila e do piloto, a jovem que tinha apenas 14 anos podia agora estar desaparecida.

Parabéns a Sheila que soube agir como uma verdadeira heroína!

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