Português impressiona o júri e chega à semifinal do “America’s Got Talent: The Champions”


Gonçalo Roque, de 31 anos, forma a dupla “Duo Destiny” com a ginasta polaca Kinga Grzeskow, com quem venceu o concurso “Poland Got Talent”, na Polónia, em dezembro de 2018. Antes, já tinha sido finalista no programa “Portugal tem Talento”, em 2011, da SIC, com outra parceria.

O casal foi o mais votado pelo público numa das fases preliminares do spin-off “America’s Got Talent: The Champions”, que reúne ex-vencedores, finalistas e participantes favoritos de todos os programas homólogos do mundo e seguiu diretamente para semifinal de 3 de fevereiro.

O português, natural de Samora Correia, confessou estar “nas nuvens” por estar entre os 16 melhores artistas de todo o mundo no concurso. “Estamos um pouco nervosos porque vamos apresentar um estilo completamente diferente e porque vamos arriscar ainda mais. Queremos, acima de tudo, ter bons feedbacks por parte do júri, especialmente do Simon Cowell, pois sabemos que, para a opinião americana, isso é super importante”, adianta. Além de Simon, Heidi Klum, Howie Mandel e Alesha Dixon fazem parte do júri.

A dupla, que faz parceria há cinco anos, foi convidada para participar no programa após a vitória no formato polaco. “Quando recebemos o telefonema ficamos num misto de êxtase e desespero, pois não saberíamos se estaríamos ao nível de um programa com esta dimensão. Sou o primeiro português e a minha parceira a primeira polaca a fazer parte do programa. Não queremos desiludir os nossos países”, assume.

Gonçalo tem trabalhado em diferentes espetáculos por todo o mundo, em duo, e passado por várias companhias como o “Moulin Rouge”, em Paris, o “Cabaret Shows”, em Ibiza e Dubai, e o “Cirque Du Soleil”, no Canadá. “A colaboração com o Cirque Du Soleil aconteceu, pela primeira vez, no verão de 2019, onde fizemos parte de uma nova produção na cidade de Trois-Rivières, no Canadá. É um sonho fazer parte desta companhia”, conta.

Gonçalo Roque começou a carreira de ginasta acrobata aos 10 anos e “reformou-se” em 2013, depois do Campeonato Europeu, em que se sagrou campeão pela segunda vez. Em 2015, começou a carreira de artista, que exerce até hoje. É formado em Ciências de Desporto pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. “Neste momento não estou a exercer, ainda que sinta saudades. A conciliação com a minha profissão de artista torna-se impossível visto andar sempre a viajar”, finaliza.

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