Esta música tem o poder de destruir tumores! É uma descoberta revolucionária!

Quem não gosta de uma boa música? Todos sabem que a boa música faz bem à saúde física e mental.

Mas uma pesquisa comprovou que o poder de cura da música é maior do que se imaginava, capaz até de curar tumores.

Quem estava por trás da pesquisa foi a dra. Márcia Capella, coordenadora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho.

Ela coordenou o estudo do Programa de Oncobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A experiência submeteu células cancerígenas da mama à 5ª Sinfonia de Beethoven e a Atmosphères de György Ligeti.

O resultado?

Uma em cada cinco células desapareceu e as sobreviventes diminuíram de tamanho.

A terapia com música já é popular há muito anos, mas apenas quando se trata de resolver problemas emocionais.

No entanto, a música como uma alternativa natural para ajudar no tratamento do cancro é novidade.

O resultado é tão incrível, que até os cientistas ainda não conseguiram compreender tudo.

É o ritmo? O timbre? A intensidade?

Uma coisa é certa: a ciência não vai parar até construir uma sequência sonora especial para tratar tumores.

Além disso, mais pesquisas serão feitas, para descobrirem que outros géneros podem ajudar na cura, por exemplo, serão testados o samba e o funk.

O famoso “pam-pam-pam-pam” de Beethoven é uma forma eficiente e pouco tóxica de combater o cancro.

O melhor de tudo é que a pesquisa foi feita com todo o rigor da metodologia cientifica.

Então, os pacientes que apenas se tratam com a medicina tradicional, pode começar a ter novas opções, além da terrível quimioterapia.

Enquanto a pesquisa avança, pode conhecer e desfrutar do poder que a música produzida por alguns instrumentos pode oferecer:

  • Piano: combate a depressão e a melancolia
  • Violino: combate a sensação de insegurança
  • Flauta doce: combate nervosismo e ansiedade
  • Violoncelo: incentiva a introspecção e a sobriedade
  • Instrumentos de sopro: inspiram coragem e impulsividade.

As músicas que combatem depressão e medo excessivo são:

  • Sonho de Amor, de Liszt
  • Serenata, de Schubert
  • Guilherme Tell (Abertura), de Rossini
  • Noturno Opus 48, de Chopin
  • Chacona, de Bach

O ideal é uma sessão diária de meia hora todas as manhãs.

Para combater insónia, tensão e nervosismo:

  • Canção da Primavera, de Mendelssohn
  • Sonata ao Luar, de Beethoven (Primeiro Movimento)
  • Valsa nº15 em Lá Bemol, de Brahmms
  • Sonho de Amor, de Liszt
  • Movimentos Musicais nº3, de Schubert.

Depois de ouvir as peças indicadas, escolha a que lhe trouxe melhores resultados e escute-a diariamente, antes de dormir.

No início, os efeitos são leves.

A 5ª Sinfonia de Beethoven, que, segundo a pesquisa, elimina tumores:

É preciso um pouco de paciência e persistência para notar progressos.

Durante a gravidez e para facilitar o parto:

  • Concerto para violino, Opus 87B, de Sibelius.
  • Sonata Opus 56, de Haydn
  • As quatro Estações, de Vivaldi
  • Concerto Tríplice, de Beethoven
  • Concerto para violino, de Brahmms
  • Concerto para violino, de Tchaikovsky.

Ouvidas alternadamente, por vários períodos durante a gravidez e nos dias que precedem ao parto, estas peças geram bem-estar e contribuem para o nascimento de crianças tranquilas.

Para estimular a memória:

  • Concerto em Dó Maior para bandolim, corda e clavicórdia, de Vivaldi
  • Largo do Concerto em Dó maior para Clavicórdia, BMW 976, de Bach
  • Spectrum Suíte, Confort Zone e Starbone Suíte, de Stephen Halpern.

Fazer sessões de uma hora, pela manhã, ao acordar.

Ouça uma música por dia, alternando.

Para favorecer a interiorização e a meditação:

  • Concerto nº2 para Piano, de Rachmaninov (último movimento)
  • Concerto em Lá menor para piano, de Grieg (primeiro movimento)
  • Concerto nº1 para piano, de Tchaikovsky (primeiro movimento)

Ouça qualquer peça dessas durante dez minutos antes da meditação.

É importante enfatizar que a música não é um curativo eficaz em si mesmo, mas que os seus efeitos terapêuticos resultam de uma aplicação profissional durante um processo terapêutico.

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