Assaltante faleceu após ser baleado por um PSP durante uma perseguição no Porto! E agora? O que lhe vai acontecer?

A lei está obsoleta e precisa ser revista! Os agentes têm de ter mais “força” e têm de ser também eles protegidos pela lei, senão mais vale darem-lhes umas pistolas de água para irem atrás dos ladrões!

O agente da PSP que efectuou os disparos já está sob acompanhamento psicológico… pudera… certamente tem na memória um caso recente, o caso do GNR Hugo Ernano, cuja vida foi destruída numa situação semelhante.

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Na madrugada de29 de agosto, a PSP foi chamada a um assalto num café na zona de Gondomar. Os assaltantes surpreendidos pelos agentes tentaram a fuga num carro que tinha furtado para o efeito, o que deu início à perseguição policial, que viria a terminar 7 quilómetros mais à frente.

Já em Campanhã, no Porto, os assaltantes desesperados abalroaram a viatura da polícia e também causaram danos a um outro carro que se encontrava ali estacionado. Numa tentativa dos agentes de porem cobro a uma situação potencialmente perigosa para os demais cidadãos foram efectuados alguns disparos, e um dos assaltantes foi atingido na cabeça.

O assaltante ainda foi transportado para o Hospital São João mas não resistiu. Dois agentes da PSP ficaram também feridos após o abalroamento à viatura onde seguiam. Os objectos do furto foram recuperados e um outro assaltante foi detido, sendo que outros dois ainda se encontram a monte.

Um comunicado da PSP informa que os agentes envolvidos foram forçados a utilizar as armas por temerem pela sua integridade física, dado o comportamento dos assaltantes. Este caso vai ser agora investigado pelo Ministério Público e pela Inspecção Geral da Administração Interna.

Todos temos bem presente na memória o que aconteceu a Hugo Ernano numa situação semelhante, e certamente a partir de hoje o agente da PSP envolvido também não terá a vida facilitada… e apenas estava a cumprir o seu dever

Esperamos ansiosamente pelo desfecho desta situação, e que desta vez se faça justiça, ao contrário de situações semelhantes no passado, e que se comece a pensar reajustar as leis para permitir às forças da autoridade poderem trabalhar, ou seja, defender os cidadãos!

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